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Que a Força esteja com você
Há muito tempo, numa galáxia muito muito distante...
Essa semana Guerra nas Estrelas completa 30 anos. Sim, três décadas.
Incrível como este filme ainda é referência para tantas coisas. Desenhos, filmes, seriados norte-americanos e conversas por aí.
É claro que não é todo mundo que fala como se fosse um Jedi por aí. Só quem tem a Força pode fazer isso.
Um dia, conversando com o Lucas, falamos: "É, eu senti um abalo na Força", ou "Isso é para aqueles que tem a mente fraca". Darth Vader, Mestre Yoda, Anakin Skywalker é presente entre os admiradores. É tão presente que falamos sem perceber.
Engraçado como tantos repetem a clássica frase: "Luke, eu sou seu pai", sem saber de onde vem ou não entendem o que quer dizer.
Guerra nas Estrelas virou até religião (e o que não vira?), jogos, gibis, brinquedos, clubes. Isso foi a mina de ouro de George Lucas, o diretor, pois nunca sai de moda. Entra ano e sai ano a TV à cabo passa festival, documentários, making of. Eu mesma assisto toda vez que passa, principalmente os episódios mais antigos.
Podem me chamar de nerd, eu não ligo, mas curto bastante Guerra nas Estrelas. É uma obra que mostra política, interesses, guerra (é claro), um pouco de romance, filosofias de vida. Mas não é qualquer um que entende, portanto, se assistir e nada fizer sentido, não se preocupe.
Que a Força esteja com você.
Escrito por Debby às 09h56
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Que dia!
Ao sair do trabalho, passo em frente à FATEC, havia uma manifestação, mas não entendi direito pelo o que e quem fazia. Mas vi que tinham muitos estudantes, megafones, tambores, faixas e barulho.
Na USP tem até barricada... a tropa de choque está pronta para entrar e fazer a reintegração de posse, ou seja, descer o cacetete em todo mundo.
Na Avenida Paulista, protesto dos professores, do IBAMA e MST. Também havia o pessoal da Unesp e USP. Acho que eles estavam passando ali, viram um agito e foram se juntar, mesmo sem saber o que era. Afinal, elas participam de tudo o que se passa por ali. É só gritar e sacudir bandeiras.
Mas está certo, para chamar a atenção do poder, precisa dar uma de louco. Porém, tudo necessita de fundamentos e argumentos, pois gritar porque acha legal, é melhor ir a um jogo de futebol.
O jornal SPTV - 2ª edição exibiu assim: "paulistano sofre na volta pra casa" e também o relato de um trabalhador: "eles poderiam fazer essa bagunça em outro lugar". Em outro lugar?? Chamar a atenção das pessoas onde? No Pico do Jaraguá?
E a chuva açoitando a cidade. Dizem que amanhã a temperatura cairá terrivelmente. É dia de virar pingüim.
Escrito por Debby às 18h56
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Camões se revira no túmulo
Atropelamento do português 1 No ponto de ônibus, eu escuto: "A rua era plaina assim", a mulher demonstrava com a mão. "Mas aí paga menas, né?" , diz a mesma mulher.
Atropelamento gritante do português O locutor da Band falava sobre o possível abandono do trema pelo português brasileiro, e exemplificou: "Sangüinário, viraria sanguinário" Passaram algumas notas e o locutor volta: "Sanguinário contiua sanguinário, porque nunca teve trema, que idéia..."
Atropelamento do portugês 2
"Onde está o picão?", dizia uma mulher. "Que picão? É salpicão!!", dizia outra. "Então, o que eu disse, picão!!"
Escrito por Debby às 18h54
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