Jornalistas também pensam


Vaias e EUA

Ainda falando sobre os EUA.

Foi menos mal que o avião tenha batido em São Paulo. Se fosse no Rio de Janeiro, em pleno Pan-Americano. Com certeza os Estados Unidos diriam que era um atentado, que o avião pretendia acertar a vila olímpica, seria um

Munique tecnológico.

É mole?



Escrito por Debby às 11h16
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Bem amigos,

Os Jogos Pan-Americanos acabaram, vamos voltar para prestar atenção na guerra dos morros cariocas, acidente aéreo, vaias e tudo o mais.

É triste ver que os atletas serão esquecidos até o fim da semana. Até durante a competição, eles eram esquecidos.

Se não ganhava ouro, não valia a pena comemorar, muito menos transmitir.

O estranho foi que aqueles onde muitos depositaram suas apostas, não corresponderam. Quem surpreendeu foram aqueles que mal recebem apoio do bairro em que mora, muito menos da imprensa esportiva.

Os ouros vieram de esportes que a população mal ouviu falar, mal sabe pronunciar. Veio a comemoração, entrevistas e...só... o Brasil ainda será o país só do futebol.

Nas escolas ainda será ensinado (e mal ensinado) só futebol, handebol e vôlei. Os EUA, China, Canadá e Cuba continuarão ganhando os primeiros lugares em Olimpíadas, pois perceberam que há vida inteligente após a futeba.



Escrito por Debby às 11h13
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Transformistas

Ontem, assisti o filme Transformers.

Em resumo, são carros que se transformam em robô.

Algumas vezes, durante o filme, tive alguns devaneios porque prestava mais atenção em alguns detalhes.

Quando houve o primeiro ataque dos robôs, o secretário de defesa dos Estados Unidos logo falou que poderia ser a Rússia, China ou Coréia. Isso mostra como os norte-americanos (ou estadunidenses para outros) têm síndrome de perseguição e sempre que os perseguem são árabes ou asiáticos.

Tinha cenas onde se tocava uma música vitoriosa, de esperança, mas me dava vontade de rir. Para mim, não precisava daquela trilha. Quem sabe foi a intenção do diretor, colocar algo onde não necessitava?

Houve uma hora em que me senti em Eu, eu mesmo e Irene, pois era o mesmo ator, que interpretava o filho do Jim Carrey,fazendo o mesmo papel de nerd-hacker. Achei isso interessante.

A obra é legal, vale a pena assistir. É algo bem masculino, afinal, são carros, explosões, robôs.



Escrito por Debby às 11h12
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