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Atenção, após o sinal não entre nem saia do trem
Está comprovado: eu vi os funcionários com luvas brancas, para empurrar os passageiros para dentro do trem, na estação Paraíso.
Chegamos ao caos.
Escrito por Debby às 23h35
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Monte o seu próprio banco
Hoje vi um homem carregando o assento de um banco de ônibus.
Sei lá, deve fazer parte de algum movimento: monte o seu próprio banco, ou, leve seu próprio banco para o ônibus.
Escrito por Debby às 14h01
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Momento para Machadar
Ouvi este diálogo no ônibus que me remeteu ao livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis:
-Nossa, este é o seu filho? - perguntou uma velhinha.
-É. -respondeu uma mulher.
-Nossa, como ele é bonito! Pena que é doente né?
-...
-Nossa, que pele! Muito bonito mesmo! Parabéns! Pena que tem problema né?
-É...- respondia a mãe.
Se você não conhece um trecho parecido em Brás Cubas, é uma boa oportunidade para ler.
Escrito por Debby às 13h59
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Sinta o poder
Hoje fui na Fnac Paulista, nem ia comprar um livro pra mim, mas não resisti, ele gritava: leve-me, leve-me!!! O agarrei e andei com ele debaixo do braço pra ninguém mais pegar.
A Fnac é diferente, na verdade, não sei definir certamente o que ela é, só sei que é francesa. Tem livros, DVDs, CDs, eletroeletrônicos, materiais escolares, agendas, revistaria.
O legal é que você pode ouvir os CDs (30s mas pode), ver trailer, assistir shows inteiros que passam nas televisões enormes de plasma, ler os livros e revistas.
Eu vi um homem que achou que ali era uma biblioteca: num joelho estava um livro e no outro suas anotações. Há dias em que é quase impossível encontrar um sofazinho pra ler, o negócio é improvisar no chão mesmo, ninguém liga, é a Fnac.
Os vendedores/atendentes só te dirigem a palavra se você pedir, não perguntam se desejamos alguma coisa específica ou se podem ajudar. Porém, são limitados ao computador, os clientes precisam soletrar o que precisam, pois não conhecem o próprio acervo (tudo bem, acontece).
É bom sentir o cheiro de livros novos de vez em quando, ver obras de meus professores, os livros que já tenho, gritar no consciente: eu quero!! Eu queroooo!!!
Ah, não se preocupem se não acharem a Fnac Paulista, ela não parece uma loja e sim uma entrada de estação do metrô. Fica em frente ao prédio da Gazeta, placa pequena (claro, ou o Kassab vai pessoalmente arrancar).
Escrito por Debby às 20h41
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Ao mestre com carinho 2
Hoje é dia do professor, deixo aqui alguns nomes de mestres que marcaram e marcam a minha vida, tanto com pequenos ensinamentos sobre a vida, como também sempre a me incentivar a escrever (essa é pra você professora Dirce):
Minha mãe (sim, ela é professora), Dirce, Eliane Zuanela, Ricardinho, Luís Mauro, Coelho, Sandra Lúcia, Martini, Clóvis Furlanetto, Moacir Assunção, Irene Pontes, Marcelina, Armando Sérgio, Jaqueline Lemos, Sandra Luiz, Celso Freitas, Juca, Abe, Daily.
Na música, a Evelin, o Henrique e o Fabinho.
Na matemática, por mais que eles tentassem, não deu certo, mas foram professores incríveis: Celso, Sandra Nakamatsu, Anderson, Renzo e Alex (com sua calça rasgada).
Escrito por Debby às 20h04
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Ema ema ema
Esses dias, quando voltava do estágio, alguns estudantes entraram no ônibus. Até aí, sem problemas. O grande problema é que eles são emos, sim emos.
Cabelos esquisitos lambidos, roupas esquisitas, meninos que parecem meninas e meninas que parecem meninos. Eles voltavam, ou iam, pra escola.
Quando eu estava na escola, era proibido entrar sem uniforme, tanto na pública quanto na particular. Ainda brigam porque não pode usar celular na sala de aula...
Escrito por Debby às 19h59
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