Não pára, não pára, não pára não
Hoje enquanto eu esperava a Imunda (note a letra maiúscula)na Estação Sé do Metrô, fiquei observando o público.
Aquela estação recebe 100 mil passageiros por hora/pico, vendo esse número parece ser mentira, mas só de prestar atenção no movimento percebemos como a Sé tem gente.
Pessoas apressadas, sempre apressadas, afinal são paulistanos; idosos, estudantes, viajantes, sacoleiros, crianças, torcedores, pessoas que não sabem como passar na catraca, deficientes... e todos de uma vez, na correria, na loucura.
Estranho como em 5min o fluxo da multidão diminuiu, mas jamais parou, São Paulo nunca pára. Louco é aquele pensar em parar, coitado, é arrastado violentamente pela multidão e chegará a um destino desconhecido.
Ôpa, três coisas param São Paulo: PCC, greve e enchente.
Escrito por Debby às 22h19
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Ó eu aqui na Virada
Ó eu aqui na Sala de Imprensa, cercada de fotógrafos.
O clima está sossegado, os jornalistas não estão se descabelando. Aliás, eu mais vi fotógrafo que repórter por aqui, sei lá onde eles estão. Ao menos uma (eu) tô aqui. Até encontrei a Imunda (Vanessa).
Escrito por Debby às 23h12
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